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José Mauro Monteiro fala sobre a beleza e autoestima no mês das mulheres

 

Quem melhor do que um especialista em cirurgia plástica para falar delas?

 

Março é o mês das mulheres e quem melhor do que um especialista para falar delas? O cirurgião plástico José Mauro Monteiro explica que para 88% das mulheres, beleza envolve também características pessoais. As características mais mencionadas como importantes para influenciar na beleza são autoestima (32%), se sentir bem consigo mesma (30%) e saúde (14%).



De acordo com o médico, a demanda por procedimentos estéticos cresceu, consideravelmente, entre mulheres mais jovens, mesmo durante este período de pandemia da COVID-19. "Um dos estimuladores está na orientação das pessoas ainda se resguardar socialmente, tornando possível o repouso pós-cirúrgico, necessário para a recuperação de qualquer procedimento invasivo".

A necessidade de ficar em casa, mesmo na flexibilização, e o afastamento compulsório do trabalho foram, para muitos desses pacientes, uma oportunidade de realizar a "sonhada cirurgia plástica" planejada por algum tempo. “Como as pessoas estão mais reclusas, as mais jovens, principalmente mulheres, têm procurado mais o consultório”, confirma José Mauro lembrando que as cirurgias mais realizadas nesse período, são as próteses de silicone de mama, as lipoaspirações para remoção do excesso de gordura e as plásticas redutoras para a retirada do excesso de pele dos seios, para dar forma mais harmônica.

A beleza tem desempenhado um importante papel na história da humanidade. Ultimamente, esta beleza tem se manifestado como bem estar, saúde e autoestima. O maior acesso aos meios de informação também ajudou a despertar um senso estético mais apurado. Daí ser possível acreditar – paciente e cirurgião – que uma mudança no corpo seja capaz de gerar mudanças na mente, mais especificamente na autoconfiança, autoestima e estado de bem-estar das pessoas.

A cirurgia plástica tem por objetivo a reconstituição de uma parte do corpo humano, por razões médicas ou estéticas. A cirurgia plástica se desenvolve sob duas facetas: a cirurgia plástica reparadora e a cirurgia plástica estética.

A cirurgia plástica reparadora tem como objetivo corrigir lesões deformantes, defeitos congênitos ou adquiridos. É considerada tão necessária, quanto qualquer outra intervenção cirúrgica.

A cirurgia plástica estética é aquela realizada pelo paciente com o objetivo de realizar melhoras à sua aparência. A pessoa, quando se submete a tal intervenção cirúrgica, deseja melhorar algum aspecto físico que não lhe agrada, ou seja, corrigir uma deformidade que ela adquiriu ao nascimento, por exemplo, como uma orelha proeminente ou em abano, outro caso como uma mama flácida. Situações que não lhe causam prejuízo da ordem funcional, mas sim de ordem psicológica. "Atualmente, as duas cirurgias plásticas estéticas mais realizadas no Brasil são a lipoaspiração e o implante de prótese de silicone nos seios", afirma Dr. José Mauro.

Em qualquer cirurgia plástica, pretende-se que a zona afetada mantenha o seu funcionamento e, na medida do possível, um aspecto natural.

 

Instagram: @dr.josemauro

 

Texto: Paula Ramagem.

Foto: Divulgação.

 

Curso Harmony Face: o rosto é uma das partes da pessoa que recebe mais cuidado

 

Harmonia e autoestima em tempos de pandemia trazem saúde e a melhor versão de cada pessoa, segundo Danielly Moura.

 

A Harmonização Orofacial tem por objetivo realçar a beleza natural da face de uma pessoa, destacando seus pontos favoráveis e suavizando os menos atraentes. Realizada a partir de um conjunto de procedimentos, busca trazer a proporcionalidade funcional e estética do rosto de cada paciente, proporcionando harmonia, beleza, autoestima e a melhor versão de cada pessoa, sem ferir sua individualidade, originalidade e personalidade.



"O procedimento é indicado para quem busca correção de estética e funcionalidade de dentes, gengiva, lábios, mandíbula, maxilar, entre outros, sempre considerando a estrutura facial de cada indivíduo, de maneira minimamente invasiva", explica Dra. Danielly Moura, cirurgiã-dentista e especialista em Harmonização Orofacial pela FAIPE-RJ, pós-graduada em HOF, implante e prótese pela UEMC, Dra. New Age Barcelona UIC e treinada pela MARC Institute de Miami.

Entre os tratamentos que podem ser utilizados para a Harmonização Orofacial, podemos citar: aplicação de toxina botulínica (botox), ácido hialurônico, ácido deoxicólico, bioestimuladores de colágeno, bichectomia e fios de sustentação, entre outros. Para atuar nesta especialidade, o CFO exige a realização de uma pós-graduação, que só existe para a Odontologia.  A própria resolução estabelece os requisitos que o curso de especialização em Harmonização Orofacial deve seguir, para que o dentista possa obter o título de especialista, após o registro e a inscrição no Conselho.

Durante o ano de 2020, promoveu várias edições do Curso Harmony Face - Módulo Básico. E agora, em 2021, já há vários programados.

Os tratamentos estéticos tem ganhado cada vez mais espaço, no mundo moderno. Hoje, buscar novidades nesse meio é algo comum, e se cuidar se tornou algo regular, no dia-a-dia de homens e mulheres.

O rosto é considerado nosso cartão de visita, além de ser a parte a receber os mais diferentes tipos de cuidados. Mas qual o motivo? O motivo é que um rosto é visto como bonito a partir do equilíbrio e harmonia, desde os olhos, nariz, bochechas, boca e até mesmo o sorriso.

Por isso, um dos procedimentos mais procurados pelas pessoas é a harmonização facial, um método novo e atual na odontologia estética mundial, sendo menos invasivo e muito mais seguro.

O Curso Harmony Face é voltado para graduandos e graduados em odontologia, biomédicos e profissionais de estética facial. O acompanhamento é feito pela Dra. Danielly Moura e equipe antes, durante e depois.

 

Informações pelo Instagram @dradaniellymoura ou pelo whatsapp (21) 98116-6668.

 

Texto: Paula Ramagem.

Foto: Divulgação.

Dr. José Mauro Monteiro fala sobre aumento de 30% na procura por cirurgia plástica

 

A pandemia trouxe a busca pela autoestima e a segurança no procedimento foi decisivo para muitas mulheres.

 

O período da flexibilização do coronavírus, a obrigação de determinado tipo de isolamento social (mesmo menos rigoroso) e a abertura dos locais de compras e entretenimento são fatores pontuais que favoreceram o crescimento da procura por cirurgias plásticas e estéticas. O aumento de pelo menos 30% desses procedimentos, nos últimos três meses, pode ser observado pelo cirurgião José Mauro Monteiro, pós-graduado em cirurgia plástica, pelo Hospital da Força Aérea do Galeão-RJ, com consultório na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.



De acordo com o médico, a demanda por procedimentos estéticos cresceu, consideravelmente, entre mulheres mais jovens, mesmo durante este período de pandemia da COVID-19. "Um dos estimuladores está na orientação das pessoas ainda se resguardar socialmente, tornando possível o repouso pós-cirúrgico, necessário para a recuperação de qualquer procedimento invasivo".

A necessidade de ficar em casa, mesmo na flexibilização e o afastamento compulsório do trabalho foram, para muitos desses pacientes, uma oportunidade de realizar a "sonhada cirurgia plástica" planejada por algum tempo. “Como as pessoas estão mais reclusas, as mais jovens, principalmente mulheres, têm procurado mais o consultório”, confirma José Mauro lembrando que as cirurgias mais realizadas nesse período são as próteses de silicone de mama, as lipoaspirações, para remoção do excesso de gordura e as plásticas redutoras, para a retirada do excesso de pele dos seios para dar forma mais harmônica.

Os cuidados e prevenção contra a COVID-19 também são importantes e devem ser seguidos, juntamente com as orientações do pós-operatório, evitando o contato social e aglomerações, uma vez que o sistema imunológico pode ficar comprometido por causa do trauma cirúrgico. “Manter isolamento domiciliar e uma alimentação saudável são medidas importantes. Também é fundamental tomar os cuidados com a higienização do ambiente com álcool em gel, água com sabão ou água sanitária. E em caso de qualquer sintoma respiratório, antes ou após a cirurgia, é importante informar ao médico que deverá orientar sobre realização de testes, ou se houver suspeita de coronavírus”, explica José Mauro Monteiro.

É certo afirmar que, atualmente, fazer uma cirurgia plástica é muito mais seguro, do que há décadas atrás. Os equipamentos são mais modernos, a anestesia oferece um risco menor de causar complicações e os médicos são mais bem preparados para qualquer eventualidade. Contudo, ainda existem procedimentos e comportamentos perigosos.



“Imagine-se atravessando uma avenida. Estando na faixa de pedestre, com o sinal vermelho para os carros e atenção à sua volta, é difícil que ocorra algum atropelamento. Mas se atravessar no meio dos carros, com o sinal aberto, ficará exposto a diversos riscos”, explica o cirurgião que abaixo responde as perguntas mais frequentes sobre segurança na hora de realizar uma cirurgia plástica.

 

1. Manter a saúde em dia

Antes de encarar a mesa de cirurgia, você precisa passar nos exames pedidos pelo médico e manter sob controle as doenças crônicas, como diabetes e hipertensão. Fumantes também exigem cuidados. “A nicotina prejudica a circulação de sangue nos tecidos, favorecendo a má cicatrização. É recomendado deixar de fumar pelo menos 1 mês antes”, alerta o cirurgião.

 

2. Redobrar a atenção com os remédios

É fundamental procurar saber como os medicamentos de uso frequente interferem na cirurgia. “Existem fitoterápicos, como ginkgo biloba, cáscara sagrada e pílulas de alho, que podem aumentar o sangramento e trazer riscos para a paciente”, diz José Mauro Monteiro. Tais produtos não precisam de receita médica para a compra e passam a falsa ideia de que são inofensivos.

Outro grupo importante é o das fórmulas de emagrecimento. A obesidade é um fator de risco para a cirurgia. Por esse motivo, diversas pessoas optam pelo uso desse tipo de medicamento para perder peso rápido e se adequar às normas de segurança pré-operatórias. “Outros comprimidos a serem evitados são: a aspirina, o AAS e alguns anti-inflamatórios, que alteram a coagulação do sangue. Já a isotretinoína, substância derivada da vitamina A e usada no tratamento da acne, pode mudar a síntese de colágeno na pele e, por isso, também atrapalha a cicatrização”, explica o especialista.

Por fim, há os anticoncepcionais. “O problema das pílulas e da reposição hormonal está no aumento da possibilidade de trombose. Ainda assim, na maioria dos casos, não se deve suspender o uso porque existem medidas eficazes para prevenir o problema, como o uso de anticoagulantes, meias elásticas e massageadores para as pernas”, completa.

 

3. Buscar referências sobre o cirurgião

Por mais importantes que sejam as indicações feitas por amigos e outros médicos, não se restrinja a elas. Vale ir atrás de referências sobre a formação do cirurgião. Ainda que apenas o diploma de uma boa instituição não seja garantia de segurança máxima, é um dos fatores que se deve ficar de olho.

Outra medida importante é saber se o médico é especialista ou pós-graduado em cirurgia plástica. De acordo com a legislação brasileira, depois de concluir o curso regular de seis anos, o médico pode realizar qualquer procedimento. Ou seja, um médico que se formou ontem e não tem nenhuma expertise em cirurgia está, legalmente, habilitado a fazê-la. “Não é raro encontrar anúncios de médicos que se dizem especialistas em medicina estética e cirurgia plástica e não o são. Deve-se tomar cuidado”, alerta José Mauro.

 

4. Perguntar todos os detalhes

O lugar onde será feita a cirurgia também determina o nível de risco. Hospitais oferecem mais segurança do que clínicas. “É preciso ter, no mínimo, uma mini-UTI no local”, ressalta o cirurgião.

Mulheres que pretendem aumentar os seios também precisam se informar sobre a marca da prótese. “Pesquise o site do fabricante, verifique se é certificado pela Anvisa, veja se ele atua no mercado europeu ou norte-americano, busque o histórico da empresa para checar se há bons antecedentes”, orienta.

 

5. Anestesia

Todos os tipos de anestesia podem ocasionar problemas, seja local, peridural ou geral e a raquianestesia. “Porém, atualmente o choque anafilático é muito raro”, diz o médico. O problema é que, na ânsia da transformação, muitas mulheres acreditam que é uma boa ideia “aproveitar” para realizar vários procedimentos de uma vez, o que pode até ser feito com cautela.

De acordo com José Mauro é fundamental ter acesso fácil ao médico e disponibilidade para voltar ao consultório ou ao hospital se ele recomendar. “Daí a importância de saber se o cirurgião que atende você no consultório é o mesmo que chefiará a equipe na operação”, recomenda. Ele saberá seu histórico e poderá tomar decisões mais acertadas, algo que nem sempre acontece nos consórcios de cirurgias plásticas.

 

6. Respeitar o pós-operatório

Uma das partes mais importantes do processo é seguir as orientações médicas, depois da cirurgia. Parece óbvio, mas existem diversas pessoas que não seguem as recomendações à risca. “As recomendações sobre repouso, atividade física, exposição ao sol, direção de veículos, alimentação e uso da medicação e de cintas cirúrgicas também são critérios de segurança”, diz o cirurgião.

“Deixar de colocar em prática o que prescreve o médico pode abrir espaço para o surgimento de infecções, manchas, aderências, fibroses e problemas de cicatrização, o que, obviamente, vai interferir no resultado do procedimento”, finaliza.

 

O Dr. José Mauro Monteiro da Silva possui graduação em Medicina pela Universidade Iguaçu (2009), pós-graduação em cirurgia geral pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (2013) e pós-graduação em cirurgia plástica pelo Hospital da Força Aérea do Galeão (2016). Atualmente, é médico do Hospital de Clínicas Santa Cruz Ltda.

 

Serviços:

Clínica de Cirurgia Plástica José Mauro Mendonça.

Endereço: - Av. Jornalista Ricardo Marinho, n° 360, sala 129, Barra da Tijuca - RJ.

Tel.: 21 3936-0102.

Instagram: @dr.josemauro

 

Texto: Paula Ramagem.

Fotos: Divulgação.

Especialista Ester Gomes convida atriz Cristiane Machado para sua primeira live

Atriz Cristiane Machado é a convidada da estreia da live com a especialista em desenvolvimento humano Ester Gomes.


AUTOESTIMA é o tema escolhido pela especialista Ester Gomes (@estergomesconsultora) para a primeira live do seu projeto. Intitulado “Ester Gomes Convida”, trará uma série de lives, nas quais em cada uma delas, receberá convidados especiais para baterem um papo descontraído sobre temas relevantes e atuais.
Em sua estreia, Ester recebe a atriz e jornalista Cristiane Machado (@cristianemachadooficial). Ela é atriz, jornalista, modelo, cineasta, dubladora e ativista contra a violência doméstica. Sua principal missão é ajudar outras mulheres que passaram por experiências semelhantes à dela a criar coragem para denunciar a violência.
A live acontece no próximo sábado, 04/07 às 18h.


Texto: Vanessa Santana.
Fotos: Divulgação.

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Atualização: 06/07/2020

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