Samba de Verão: Roda de Samba do Thiago Soares, Cantora Karinah convida Neguinho da Beija-Flor e Chacal do Sax, são as atrações deste sábado (17), no Casarão do Firmino

 

Foto: Divulgação.

A abertura do evento fica por conta do Grupo Caminho de Casa.

 

Nos intervalos tem DJ Nicolle Neumann agitando a pista.

 

O verão está a todo vapor e no próximo sábado, dia 17 de janeiro, a temperatura vai subir no Casarão do Firmino, com roda de samba do cantor Thiago Soares, show da cantora Karinah com a Banda da Madrinha e participação de Neguinho da Beija-Flor e Chacal do Sax. A abertura do evento fica por conta do Grupo Caminho de Casa.

Nos intervalos tem DJ Nicolle Neumann incendiando a pista e colocando todo mundo para dançar.

O evento começa às 18h, e tem Chopp 0800 liberado das 18h às 19h30. Se eu fosse você chegaria cedo para aproveitar essa mordomia!

 Os ingressos já estão a venda: R$ 20,00. Antecipado é só clicar no link: https://www.sympla.com.br/evento/casarao-do-firmino-convida-thiago-soares-karinah-e-convidados/3269975 .

Mais informações e dúvidas chamem no Whatsapp através do número (21) 99826-2068. Classificação: 18 anos.

 

Serviço.

 

Samba de Verão: roda de samba do cantor Thiago Soares, show da cantora Karinah com a Banda da Madrinha e participação de Neguinho da Beija-Flor, e Chacal do Sax.

A abertura do evento fica por conta do Grupo Caminho de Casa, nos intervalos tem DJ Nicolle Neumann agitando a pista.

Data: 17 de janeiro de 2026, sábado.

Local: Casarão do Firmino.

Endereço: Rua da Relação, 19 - Lapa/ Centro do Rio.

Horário: A partir das 18h, com Chopp 0800 liberado das 18h às 19h30.

Entrada: Os ingressos já estão à venda: 1º Lote R$ 20,00. https://www.sympla.com.br/evento/casarao-do-firmino-convida-thiago-soares-karinah-e-convidados/3269975 . Corra para garantir logo o seu.

Mais informações e dúvidas chamem no Whatsapp através do número (21) 99826-2068.

Classificação: 18 anos.

 

Por: Clilton Paz.

Fonte: Enildo do Rosário (Viola).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A geração que cria as próprias portas: Luísa Locher fala sobre autonomia e o poder dos projetos independentes

 

Foto: Henrick Souza.

Com artistas assumindo o protagonismo de suas trajetórias, Luísa Locher reflete sobre liberdade criativa, desafios e conquistas ao conduzir seus próprios projetos.

 

Em uma cena artística em constante transformação, a autonomia tem se tornado uma ferramenta essencial para novos criadores. Para Luísa Locher, esse movimento é mais do que tendência, é um caminho de sobrevivência, expressão e possibilidades. A artista, que vem construindo sua trajetória com uma forte presença em projetos independentes, compartilha como assumir o próprio processo se tornou um divisor de águas em sua carreira.

Para ela, um projeto independente representa hoje possibilidades, autonomia criativa e laboratório. É onde histórias não precisam obedecer a formatos pré-estabelecidos e podem nascer diretamente de seus próprios olhares e inquietações. “É o espaço onde eu experimento, erro, descubro e me reencontro como artista. É onde eu posso ser ousada”, afirma. Segundo Luísa, a autoprodução abriu portas que antes pareciam distantes.

A virada de chave veio ao perceber que esperar oportunidades não seria suficiente para alcançar o que realmente desejava como artista. “O que eu queria não cabia apenas nos projetos que chegavam até mim”, conta. Tomar as rédeas do próprio processo se tornou, por si só, uma realização, e a responsável por ampliar o leque de caminhos possíveis.

Luísa também observa que sua geração vive uma relação completamente diferente com o fazer artístico. Munidos de celulares, ferramentas acessíveis e múltiplas plataformas, artistas passaram a escrever, produzir, dirigir e divulgar seus trabalhos de forma independente. Essa autonomia, para ela, deixou de ser exceção e passou a ser parte natural da criação contemporânea.

Mas nem tudo são flores. Entre os maiores desafios, Luísa destaca o acúmulo de funções e a limitação de verba em algumas produções. Ainda assim, acredita que organização e planejamento tornam o processo viável e recompensador. E é justamente na recompensa que mora a força para continuar: “Ver as pessoas se conectando e se inspirando com uma ideia que você acompanhou desde o início é transformador”.

Com uma visão madura e inspiradora, Luísa Locher reafirma a potência dos projetos independentes como motores de inovação, liberdade e renovação artística, não apenas para si, mas para toda uma geração que decidiu criar suas próprias oportunidades.

 

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Instagram: @luisalocher

 

Por: Clilton Paz.

Fonte: Júlia Diniz.

Do chroma key ao pódio global: série brasileira Queen Lear termina 2025 em terceiro lugar na Web Series World Cup

 

Foto: Quentin Lewis.

Produção carioca filmada com iPhone e finalizada em Unreal Engine supera centenas de competidores globais e consolida o Canal Demais como referência em inovação no cenário digital.

 

A série brasileira Queen Lear encerrou 2025 em 3º lugar na Web Series World Cup, uma das mais competitivas vitrines internacionais de séries digitais independentes. Quase 500 séries, de 43 países e 6 continentes, participaram da competição deste ano, tornando a colocação entre as três melhores, um feito de grande destaque global para a produção carioca realizada pelo Canal Demais e que conta com o protagonismo de Claudia Alencar e Mariana Lewis.

A equipe criativa por trás de Queen Lear afirma estar profundamente feliz com o resultado, que posiciona a série entre as produções digitais mais reconhecidas do mundo, em 2025. Queen Lear está, atualmente, disponível no Amazon Prime Vídeo, no Reino Unido e nos Estados Unidos.

Inspirada em Rei Lear, de William Shakespeare, a trama é uma releitura contemporânea em 10 episódios, ambientada no Brasil. A série acompanha uma poderosa mulher carioca que comanda uma milícia criminosa, no Rio de Janeiro e decide dividir seu império entre as filhas, decisão que desencadeia consequências devastadoras. A tragédia clássica encontra o Brasil contemporâneo em uma narrativa sobre poder, lealdade e traição.

Além da ambição narrativa, Queen Lear se destaca por sua abordagem inovadora de produção. A série foi filmada, majoritariamente, com um iPhone, inteiramente em chroma key e, posteriormente, finalizada no Unreal Engine, onde foi criada uma versão digital em 3D, da cidade do Rio de Janeiro. Nenhum recurso de IA foi utilizado, em nenhuma etapa do projeto.

Esse processo virtual permitiu à equipe realizar cenas e planos abertos, como vistas aéreas da cidade, sequências de helicóptero e tempestades, no alto das montanhas, que seriam inviáveis, financeiramente, para uma produção independente de baixo orçamento.

O reconhecimento marca o segundo ano consecutivo em que a equipe termina como a melhor série da América Latina Web Series World Cup. Em 2024, sua série anterior, Ivanov, encerrou o ano como a melhor série do Brasil e da América Latina, segundo a mesma competição.

O diretor e criador Quentin Lewis fala sobre as conquistas: “É uma grande honra ver Queen Lear receber reconhecimento de tantos festivais ao redor do mundo”, afirma Quentin Lewis, diretor e criador da série. Ele ainda completa: “Foi uma produção muito caseira. Filmamos, praticamente, tudo com um iPhone, inteiramente em chroma key, e depois levamos para o Unreal Engine, onde compusemos tudo dentro de uma recriação digital do Rio de Janeiro. Isso nos permitiu criar cenas e planos de exposição que seriam proibitivamente caros de outra forma”.

Foto: Quentin Lewis.

Quanto aos desafios, ele conta: “Um dos maiores desafios foi manter os atores, emocionalmente, engajados em um mundo imaginado, cercados apenas por telas verdes e por um ventilador gigante, fingindo que estavam no topo de uma montanha em meio a uma tempestade. Mas esse desafio também criou algo especial: todos precisaram acreditar naquele mundo antes mesmo de ele existir”.

Lewis também destacou o trabalho do elenco, incluindo Claudia Alencar no papel de Queen Lear, Mariana Lewis como Cordélia, Aline Azevedo e Ciça Mamede como as irmãs, além de Will Crispin como o vilão Edmundo. “Foi incrível trabalhar com artistas tão comprometidos e destemidos”.

O diretor confirma que a nova série da equipe, Julius Caesar, que conta com 10 episódios, já está participando da Web Series World Cup 2026 e recebeu seleção antecipada no Cusco Web Fest 2026, festival que ainda está com inscrições abertas.

Mariana Lewis também ressalta como foi dar vida à Cordélia em um mundo digital: “Fiquei muito feliz ao saber que Queen Lear terminou em terceiro lugar na Web Series World Cup 2025”, diz Mari Lewis, intérprete de Cordélia. “Adorei viver Cordélia, e atuar ao lado de Claudia Alencar foi uma experiência imensa”.

“Trabalhar em estúdio com chroma key é desafiador, você precisa imaginar que está em um helicóptero, em um barco, em um tiroteio ou em uma perseguição de carro quando nada disso está ali de verdade. Mas ver esse mundo ganhar vida no corte final foi, extremamente, gratificante”, completa a artista.

 

Por: Clilton Paz.

Fonte: Júlia Diniz.