Mostrando postagens com marcador Monica Matarazzo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Monica Matarazzo. Mostrar todas as postagens

Melhores lugares para visitar na Europa

Melhores lugares para visitar na Europa: Por Monica Matarazzo


Lar das antigas civilizações. É lá que você vai encontrar cidades históricas, museus famosos, lugares paradisíacos, hotéis, restaurantes e bares fenomenais. Quando se pensa em viajar pela Europa, logo sua mente é invadida por roteiros dos mais diversos.

O turismo na Europa é muito popular entre os brasileiros. Afinal quem nunca sonhou conhecer o velho continente?

A Europa é famosa pelos seus países cheios de história, cultura e belezas naturais. Quem vai à Paris, se apaixona pela Cidade Luz, já quem passeia por Veneza se encanta com suas gôndolas. E como não citar a Torre de Pisa na Itália?

Esses e outros pontos turísticos podem ser vistos por quem visita o continente. E para te ajudar a não perder nenhum passeio, neste post separamos algumas dicas para você aproveitar 7 dos melhores destinos europeus.

Paris é a cidade mais romântica do mundo! Ver a Torre Eiffel, maior símbolo da cidade, pela primeira vez é de tirar o fôlego de qualquer um. Por lá, não deixe de conhecer Montmartre, o Arco do Triunfo, a Catedral de Notre Dame e o Museu Louvre.

Capital da Holanda, Amsterdam é famosa por suas ruas lotadas de bicicletas. Além disso, a cidade é toda cercada por canais. Por lá, não deixe de fazer o passeio a pé pelo Jordaan e cinturão de canais, visitar o Rijksmuseum e a Casa de Anne Frank. Por último, vá na a praça Dam, onde a cidade começou.

Localizada às margens do rio Elba e na fronteira com a República Checa, Dresden é uma cidade repleta de história e beleza. Independentemente de quanto tempo você for passar na cidade, não deixe de conhecer os pontos principais, como o Frauenkirche, Zwinger e o Residenzschloss.


Praga é a maior cidade e a capital da República Checa. Para conhecer os principais pontos turísticos você não terá tantos problemas, já que as áreas mais turísticas são próximas uma das outras. Não deixe de visitar a Praça da Cidade Antiga, o Relógio Astronômico, a Ponte Carlos e o Castelo de Praga.

A Polônia é um destino que surpreende na Europa. Os mais de mil anos da cidade impressionam. O centro histórico já sobreviveu aos ataques da Segunda Guerra Mundial e, hoje, é um dos pontos turísticos listado como Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Não deixe de visitar a Praça do Mercado e o Castelo Wawel.

Lagos, Portugal, a cidade é pequena em dimensão, mas tem diversas atrações, vida noturna agitada e boa estrutura para o turismo. Além disso, é considerada a cidade com as praias mais acessíveis e bonitas do Algarve. Não deixe de visitar a Praia de Dona Ana, que já foi classificada como a mais bonita do mundo.

É a maior cidade da região da Toscana, na Itália. Para os amantes de arte, a cidade está repleta de referências ao Renascimento através de quadros, esculturas e arquitetura. A Basílica Santa Maria del Fiore revestida com mármore verde, rosa e branco, é a principal atração de Florença. Não deixe de atravessar a Ponte Vecchio a pé e subir no Piazzale Michelangelo para uma vista panorâmica.

Monica Matarazzo

-----------------------------------------------------------------
Melhores lugares para visitar na Europa
Europa | Mundo

Fotos: Divulgação
Texto de: Escritório Digital
Enviado por: Clilton Paz
Atualização: 31/01/2020

-----------------------------------------------------------------
DZT News
-----------------------------------------------------------------

Monica Matarazzo dita moda em seu Instagram

Monica Matarazzo direto da Itália dita moda e conceitos de decoração em seu Instagram


O jeito de olhar espaços e rearranjá-los trocou as terras brasileiras pela Itália com a chegada de Mônica Matarazzo, que conseguiu seu espaço na “Meca” do design mundial. A designer paranaense de Formosa D´Oeste, de 45 anos, conseguiu vencer no “Velho Mundo”, estabelecendo-se em Seriate, província de Bérgamo, que fica a 50km de Milão, a capital mundial do bom gosto, que abriga grandes marcas da moda e escolas renomadas como o IED – Istituto Europeo di Design Milan, que oferece diversos cursos e até graduações na área.

Porém, antes de conseguir adentrar num mercado competitivo, Mônica teve de ter um encontro consigo mesma. A aventura de sucesso na Europa só foi possível quando a designer se aceitou como uma pessoa trans, que estava se sentindo inadequada no corpo masculino e, aos 17 anos, percebeu que para sua caminhada na vida ter sentido e ser uma pessoa plena, teria de encarar o maior desafio de sua vida: dar o primeiro passo rumo à mudança física e emocional que faz da Mônica, uma profissional requisitada num dos centros de designer mais competitivos do mundo. Detalhe: Mônica é autodidata.

“Eu decidi ser a Mônica quando tinha 17 anos. Claro que no início não foi fácil, pois não queria aceitar, mas o desejo pela mudança para ser quem você é foi mais forte. Lógico que o preconceito da sociedade a vergonha e o constrangimento de encontrar as pessoas na rua tinha, mas sempre lidei de forma tranquila, pois nunca fui uma pessoa que se expôs, pois preservo minha privacidade, sempre quieta no meu canto. Demonstrar naturalidade com a mudança me ajudou a ser respeitada como Mônica, porque nunca dei motivos pra que o respeito faltasse comigo”, disse a designer.

Com o impacto inicial de mudança de identidade de gênero, Mônica conseguiu lidar com a dificuldade familiar, certamente a mais intensa, pois o entendimento é mais limitado de como alguém possa se identificar emocional e fisicamente com o gênero oposto. Hoje, ela conta com mais serenidade, mas os dias que se seguiram com o desejo de mudança revelado à família foram tensos e intensos. Mas, com um final feliz.

"A relação com minha família sempre foi de muito respeito e acredito que somente as pessoas mais idosas lembrem de mim como garotinho. Tinha medo do meu pai, pois eu furei as orelhas, deixe as unhas crescerem, tinha o cabelo grande já, mas raspado na nuca para ele não perceber. Mas, ele acabou descobrindo. E sim, foi doloroso para ele, pois nenhum pai está preparado para esse tipo de mudança. Hoje em dia, tem mais tolerância, mas mesmo com a cabeça dos pais de hoje sendo melhor, sei que eles não querem. Nasci Mônica aos 17 anos e já uso o meu nome social bem antes da lei que vigora hoje no Brasil. Sempre os visito e já há uma relação mais tranquila, pois sabem do meu trabalho e do que conquistei longe dali da minha cidade”.

“Cheguei à Europa em 1993, na Suíça e na França, e comecei a trabalhar em casas de shows, os antigos cabarés. Pouco tempo depois busquei minha regularização e consegui a documentação e me estabeleci na Itália, onde vivo até hoje. Trabalhei muito, e fui conquistando meu espaço. Foram tempos de luta”, contou.

Na sequência de sua vida europeia, ela foi criando relações até que um dia, numa prosa com um amigo, que tinha uma loja de roupas masculinas, que era toda branca e sem vida, na visão dela, o ajudou a modelar o local, prestando sua primeira consultoria, ainda que informal e sem receber pelo trabalho. Depois pediram a opinião de Mônica sobre a arrumação do espaço e troca de imóveis. A habilidade que já demonstrava desde jovem, de rearrumar ambientes, decorá-los, ganhou vida e uma nova atividade surgiu.

“Eu nunca estudei, nunca tive um ensino formal, não sou formada. Mas, sempre tive essa aptidão de querer ver minha casa diferente. Fazia isso desde jovem. Já na Itália, depois que eu comprei uma casa e estava reformando-a, me pediram para ajudar na reforma de outras casas, na escolha dos móveis, papéis de parede, uma tendência por aqui, e quem eu ajudei gostou do resultado, gerando o boca a boca e começaram a me pagar por isso. Assim, foi o meu começo neste trabalho”, explicou.

A habilidade natural de Mônica começou a chamar a atenção de mais pessoas, que foram em busca de seus préstimos profissionais, consolidando o trabalho como designer, que de uma ajuda informal, tornou-se requisitada não só na escolha de materiais para decoração, mas até no uso dos espaços dos lares italianos. Ela fez diversas pesquisas para cada projeto e tornou o designer de interiores na sua principal atividade, gerando respaldo e respeito.

“Eu sempre fiz tudo sozinha na minha casa. E, a procura das pessoas pelo meu trabalho aumentou, pois vi que estava sendo valorizada e receber por aquilo foi algo muito gratificante. Fiz, inclusive, alguns trabalhos no Brasil, e claro, na minha casa é a minha ‘bagunça’, pois sempre tenho algo para ser modificado”.

O trabalho de Mônica Matarazzo ganhou corpo a ponto de ser bem recebido em Parma, Bérgamo e outros pontos da Itália. Tudo isso graças à sua percepção espacial dos ambientes que visita. O boca a boca positivo gerou novas oportunidades de trabalho em casas, principalmente, que pediam consultoria a ela, mas na sua volúpia por mudança, já “queria quebrar uma parede”, como disse em tom de brincadeira.

“Eu fiz alguns trabalhos em Parma, em outras cidades, além de Seriate e Bérgamo, que viram meus trabalhos nas casas e pediam consultoria. Ao chegar para avaliar o projeto, já queria quebrar as paredes, rebaixar o teto, mudar as cores, tudo. E as pessoas acabam acatando minhas ideias. Mesmo com muitas pessoas com formação tradicional, eu sempre tento oferecer algo diferente, além do tradicional, é óbvio. O bom mesmo é fazer algo que represente aquilo que você gosta e que seja de bom gosto”.

Os trabalhos bem-sucedidos de Mônica geraram aura de curiosidade, segundo suas próprias observações, nas pessoas quando descobrem que a designer envolvida nos projetos é uma mulher trans. Ela conta que várias pessoas a contataram para trabalhos pelo fato de não ser uma mulher biologicamente tradicional. Após passar o olhar de “espanto”, percebem que contrataram uma profissional com excelência.


-----------------------------------------------------------------
DZT News

Monica Matarazzo dita moda em seu Instagram
Itália

-----------------------------------------------------------------
DZT News
-----------------------------------------------------------------

Fotos: Divulgação
Texto de: Marcio Demari
Enviado por: Clilton Paz

Atualização: 05/12/2019