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Abraço ao Centro Cultural Correios RJ - não ao fechamento

 


Os artistas e todos aqueles que fazem parte da cultura da Cidade CONVOCAM para um ABRAÇO em torno do prédio do Centro Cultural Correios RJ, que corre o risco de ser fechado e vendido até o fim deste ano. Como outros imóveis da Educação e Cultura que não têm valor para alguns e pela Lei 14.011, que permite essa venda a qualquer pessoa física ou jurídica que tenha interesse, pedimos a AJUDA DE TODOS que acreditam que A CULTURA é a marca de seu povo e que NÃO TEM PREÇO, para que usem sua VOZ CONTRA ESSE ABSURDO. O Centro Cultural Correios RJ vai completar 100 anos e recebe mais de 400 mil pessoas por ano, que visitam exposições nacionais e internacionais.

DIGA NÃO ao FECHAMENTO DO CENTRO CULTURAL CORREIOS RJ.

Venha! Traga outros AMIGOS do CCC! Se não conhece, venha participar e visitar as exposições, a arquitetura e a história do local! Não esqueça de usar máscara!

 

ABRAÇO AO CENTRO CULTURAL CORREIOS RJ.

 

Dia 07/10 - 5ª feira - às 14h.

Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro – RJ.

 

Por: Clilton Paz.

Fonte: Paula Ramagem.

Foto: Divulgação.

Vanessa Jaccoud explica a importância do abraço e a falta dele

 

Abraços são abrigos que nos acolhem e nos aproximam uns dos outros.

 

Abraços são abrigos, nos acolhem e aproximam do outro. Abraçar é comunicar sem palavras, que a pessoa não está sozinha, é a comunicação não verbal do “vem aqui, estou com você”, da falta que alguém nos fez, da celebração de alguma conquista, do suporte em algum momento difícil. Além da liberação de oxitocina e endorfina, um abraço demonstra afeto, amizade, compaixão, sensibilidade, empatia e por aí vai. Algumas pesquisas científicas relatam a importância do abraço e sorrisos (juntamente com o tratamento indicado) no efetivo auxílio para cura/melhora de algumas doenças.



Abraços amenizam a tristeza, acolhem a solidão, secam lágrimas e nos preenchem com uma noção de pertencimento. O ser humano precisa de abraços até mesmo para enfrentar com coragem situações de disputa ou momentos de fragilidade existencial. "Não nascemos para viver sozinhos e é no abraço que entendemos que “pertencemos” à uma sociedade, uma família, um grupo, um meio. Não receber ou oferecer um abraço é possivelmente estar privado dessas construções, vinculações e experiências afetivas do humano. Até os animais se acalmam e se beneficiam em um abraço", afirma a psicóloga Vanessa Jaccoud.

A pandemia e a iminente necessidade de nos mantermos em isolamento, com iniciativas de contato mais reservadas no cumprimento social das pessoas queridas, trouxe-nos uma demonstração da importância de um abraço. Quem não sentiu o impacto, por exemplo, quando encontrou um familiar querido, um grande amigo que há tempos estava afastado e não pode dar um abraço apertado para “matar a saudade”? Certamente, acabamos sentindo muito este distanciamento imposto que nos impede de dar “aquele abraço apertado” em quem amamos, em quem precisa de nós.



"Esse momento mundial, principalmente, não deve passar sem algumas reflexões! É imprescindível que tenhamos consciência e com a pandemia possamos aprender à partir do distanciamento social imposto, que demonstrações afetivas podem e devem acontecer, espontaneamente e de forma positiva aos que amamos ou até mesmo para aqueles que precisam de nós, pois a vida é instante e em um mero instante, tudo, absolutamente tudo, pode mudar", finaliza a psicóloga Vanessa Jaccoud.

 

Contato: 21-97353-2922.

Instagram: @dravanessajaccoud

 

Texto: Paula Maria Correa Ramagem Soares Ramagem.

Fotos: Divulgação.