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A volta à cena da amante do rei apagada da história

 

“Eugênia”, a mulher do século XIX que tem muito a dizer para a mulher de hoje.

 

Século XIX. A jovem Eugênia José de Menezes, filha do governador de Minas Gerais, tem um romance com Dom João VI, engravida e é expulsa da Corte, sendo exilada num convento. Se fosse hoje em dia, diríamos que ela tinha sido “apagada”, como são apagados negros, gays, trans. Apagada por ser mulher. Mas também partiríamos para as redes sociais para “cancelar” Dom João VI, o covarde que não se limitava a comer frangos. A história da amante do rei virou peça escrita por Miriam Halfim, dirigida por Sidnei Cruz e encenada pela atriz Gisela de Castro. “Eugênia” será exibida pelo streaming da Sympla, neste fim de semana de não-carnaval.



O questionador e divertido monólogo tem muito a dizer. E diz. Manda um recado para a mulher contemporânea, ainda na luta por seu espaço, seu reconhecimento, para não ser apagada, mas, sim, para poder escrever sua própria história. Com tanto a dizer, a discussão vai extrapolar a sessão. E, depois do fim da apresentação, vai ter bate-papo com Gisela.

“Eugênia” foi um sucesso em diversos palcos cariocas. Foram quatro temporadas e muitas indicações a prêmios. A encenação que será exibida foi filmada durante a primeira temporada, no Planetário da Gávea, em 2016. Uma ótima oportunidade para conhecer essa mulher de dois séculos, que ainda precisa ser ouvida.

 

Serviço:

Espetáculo "EUGÊNIA", escrita por Miriam Halfim, dirigida por Sidnei Cruz e encenada pela atriz Gisela de Castro.

Dia 13 de fevereiro – Sábado, às 20h.

Ingresso: R$ 15.

https://www.sympla.com.br/eugenia-no-carnaval__1124520 .

 

Dia 14 – Domingo, às 20h.

Ingresso: R$ 15.

https://www.sympla.com.br/eugenia-no-carnaval-copia__1125814 .

Duração: 55 min.

Classificação: 12 anos.

Gênero: Comédia.

 

Texto: Sheila Gomes.

Foto: Divulgação.

 

Live com a psicóloga Beatriz Moura e o ator Marcus Tardin abre o setembro amarelo

Setembro Amarelo, mês de Prevenção ao Suicídio.

A psicóloga Beatriz Moura especialista em Terapia Cognitivo Comportamental e profissional responsável pelo atendimento psicoterapêutico das mulheres atendidas pelo Projeto Éditodos, recebe o ator Marcus Tardin, personagem da peça teatral "Na Hora do Adeus", para falar sobre Saúde Mental durante a pandemia e abrir o Setembro Amarelo, mês de Prevenção ao Suicídio, em Live no dia 31/08, às 20 horas, pelo Instagram.


A arte e a saúde mental caminham juntas, pois ambas tratam de emoções, de sentimentos, de pessoas. Na peça "Na Hora do Adeus", estrelada por Marcus Tardin e Kenny Alberti, o casal fala sobre amor, saudade, perdas, luto e pensamentos suicidas. Inclusive, levam o espetáculo a diversos lugares para divulgar a mensagem de que não estamos sós, de que é preciso falar sobre saúde mental, procurar ajuda, respeitar e reinventar-se.
Beatriz Moura é uma profissional que trabalha para que todos tenham acesso à saúde mental, desmistificando a ideia de que terapia "é coisa de maluco". Atualmente, atendendo online, foi convidada para participar do Projeto Éditodos, que atende mulheres carentes, de periferia, que desejam empreender, aprender uma atividade e que necessitam de terapia, muitas acima de 40 anos de idade.
A Live estará aberta a perguntas e funcionará como uma roda de conversa entre Beatriz Moura, Marcus Tardin e os espectadores. Se precisar de ajuda procure um profissional ou CVV 188.

Instagram @byamourapsi 
                 @marcustardin 
                 @pecanahoradoadeus
                 @editodos

            Texto: Paula Ramagem.
            Foto: Divulgação.