Com texto original de Fernando Caruso, o Grupo Tápias estreia “Ziraldo – O Mineiro Maluquinho” no SESC Tijuca

 

Fernando Caruso, Flávia Táppias e Giselle Tápias. Foto: Luciana Ponso.

Com direção artística e direção geral de Giselle Tápias e Flávia Táppias, o espetáculo infantojuvenil festeja a obra do cartunista com projeções, música, dança e teatro a partir do dia 25 de janeiro.

 

O SESC Tijuca será a casa do Espaço Tápias entre 25 de janeiro e 16 de fevereiro, quando a peça infantojuvenil ‘Ziraldo, o Mineiro Maluquinho’ vai celebrar a obra de um dos autores e cartunistas mais celebrados do Brasil e de referência nacional, levando seus personagens icônicos para o palco de maneira interativa e educativa. A proposta desta montagem é encantar, inspirar as crianças a se aventurarem no mundo da literatura e mostrar que a imaginação não tem limites.

Juntos, os atores embarcam em aventuras divertidas e educativas, explorando temas como amizade, criatividade e a importância da leitura. Com texto original de Fernando Caruso, coreografias, direção artística e geral de Giselle Tápias e Flávia Táppias, o espetáculo estreia no dia 25/1 e segue nos dias 26/1, 31/1, 1 e 2/2, 7, 8 e 9/2, 15 e 16/2, sempre às 16h, no SESC Tijuca.

Além de abordar parte da vida do cartunista, a apresentação vai tratar das mais marcantes obras do desenhista em ordem cronológica, trazendo elementos para encantar as crianças com música, dança, projeções e entreter os adultos (ou as “antigas crianças”), que também foram os primeiros leitores desse mineiro maluquinho. Turma do Pererê, Menino Maluquinho, Bichinho da Maçã e muito mais, todos juntos, em um espetáculo pra fazer todo mundo sair dançando e cantando, direto para a livraria.

Com produção e execução do Espaço Tápias, a peça é uma forma divertida de relembrar e celebrar um dos maiores expoentes criativos do nosso país e ao mesmo tempo, incentivar o tão importante hábito de leitura nos pequenos. Esta é uma parceria entre o Dança em Trânsito, Espaço Tápias, Instituto Ziraldo e Ziraldo Arte e Produções.

Mãe e filha caminham juntas nesta montagem inédita. Coreógrafas mundialmente conhecidas, Giselle e Flávia fazem dobradinha: assinam a direção geral e artística, e ainda a coreografia.

Para a filha é gratificante trabalhar com a mãe e o amigo Fernando Caruso. “Tem sido uma honra enorme desenvolver, ao lado da Gisele Tápias, minha mestra e com texto do parceiro Fernando Caruso, esse novo trabalho inspirado na obra de um ícone brasileiro que deixou um legado tão significativo: Ziraldo. É emocionante poder contar um pouco da vida dele e trazer seus personagens para o palco, mantendo viva sua influência por meio da arte. É um grande desafio, mas também uma honra e uma jornada de descobertas. Misturar dança, teatro e música para dar vida às histórias infantis e aos personagens de diversos livros é um processo que abre caminhos para novas possibilidades artísticas”, avalia Flávia Táppias.

Para Caruso, não é diferente a alegria de estar neste projeto. Filho do cartunista Chico Caruso, este é seu primeiro espetáculo para crianças e o tema não poderia lhe ser mais familiar: a vida e a obra de um grande amigo de seus pais, Ziraldo.

O ator e autor trará luz a essa história misturando texto, imagem e dança, em parceria com a renomada companhia de dança do Grupo Tápias - Giselle e Flávia Táppias, com quem já firmou diversas parcerias.

“Escrever sobre o Ziraldo é um verdadeiro parque de diversões. Todas as suas obras são únicas e fascinantes, sendo capazes de gerar uma peça inteira sozinha. Escolher entre elas é um privilégio sem igual. Espero que todos saiam querendo revisitar os seus trabalhos e correr atrás dos que ainda não conhecem. A maioria dos livros do Ziraldo incentiva a leitura. Nosso espetáculo incentiva Ziraldo”, relata o autor.

 

Foto: Fernanda Vallois.

Serviço.

 

Ziraldo, o Mineiro Maluquinho.

Gênero: Teatro infantojuvenil. 

Temporada: 25 de janeiro a 16 de fevereiro, 25, 26 e 31 de janeiro, 1 e 2 de fevereiro, 7, 8 e 9 de fevereiro, 15 e 16 de fevereiro.

Horário: 16h.

Livre – a partir de 5 anos de idade.

Onde: Teatro I do Sesc Tijuca (Rua Barão de Mesquita, 539 – Tijuca).

Quanto: R$30 (inteira), R$15 (meia-entrada) e R$7,50 (comerciários) – na bilheteria do teatro.

Capacidade: 204 lugares.

Duração: 50 minutos.

 

Por: Redação.

Fonte: Alexandre Aquino.

 

 

 

 

 

Live “Futuro da Diversidade: avanço ou retrocesso?” reúne grandes nomes para discutir os desafios da pauta no Brasil

 

Arte: Divulgação.

2025 começou sob o impacto de incertezas, no campo da Diversidade e Inclusão. Declarações controversas e o fechamento de áreas dedicadas ao tema, em algumas organizações, têm gerado preocupações sobre o futuro dessa agenda tão crucial, no Brasil e no mundo corporativo.

Para abordar essas questões de forma clara e objetiva, Tânia Chaves, especialista em Diversidade e Inclusão, promove uma live exclusiva em seu perfil no LinkedIn no dia 21 de janeiro, às 20h. Com o tema “Futuro da Diversidade: avanço ou retrocesso?”, o evento reunirá um time de peso, composto por líderes da área, professores e consultores renomados:

Claudia Rodrigues – Gerente de Diversidade, Saúde Integral e Cidadania Corporativa na Frijen.

Juliana Kaiser – Professora do MBA em Diversidade da PUC-Rio e fundadora da Trilhas de Impacto.

Margareth Goldenberg – CEO da Goldenberg Diversidade e Gestora Executiva do Movimento Mulher 360.

Maithê Paris – Líder de Diversidade e Responsabilidade Corporativa da EY.

Sol Visintin – Fundador da Mundiversa e especialista em D&I, no setor de Biocombustíveis.

A mediação será feita pela própria Tânia Chaves, que convida todos os interessados na temática para um debate que promete trazer reflexões e insights poderosos.

“Ao invés de conjecturar ou nos basearmos em teorias apocalípticas, convidei pessoas que admiro para juntos analisarmos esse cenário desafiador e pensarmos em soluções práticas e aplicáveis”, ressalta Tânia.

Além disso, a live também discutirá as adaptações necessárias para implementar estratégias de diversidade no contexto brasileiro. “Sabemos que as realidades sociais do Brasil são muito distintas das dos Estados Unidos. É essencial que as ações das empresas globais sejam ajustadas às especificidades locais, promovendo não apenas a diversidade, mas uma inclusão real e ações que diminuam desigualdades históricas”, acrescenta a anfitriã.

O evento é gratuito e promete ser uma excelente oportunidade para profissionais e entusiastas de Diversidade e Inclusão entenderem como essa pauta pode evoluir em 2025 e além. Não perca!

 

https://www.linkedin.com/posts/taniachavesmkt_diversidadeeinclusaeto-live-direitoshumanos-activity-7285675591347953664-pzyy?utm_source=share&utm_medium=member_ios&lipi=urn%3Ali%3Apage%3Ad_flagship3_feed%3BqZF2IK%2BPSIOmdj1YwzncZg%3D%3D

 

Por: Redação.

Fonte: Carlos Rodrigues.

Cantor e compositor Milton Guedes revela os segredos para criar versões brasileiras de canções de sucesso

 

Foto: Pedro Brandão.

O artista assina hits de Wanessa, Fat Family e Rouge.

 

Com uma criatividade que se destaca no mercado musical, Milton Guedes é responsável por grandes hits que embalaram a infância e adolescência, nos anos 2000. Além da sua voz potente, o cantor e compositor também é conhecido por sua habilidade em criar versões brasileiras de grandes sucessos internacionais. Ao longo de sua carreira, Milton teve a oportunidade de traduzir e adaptar canções para artistas como Sandy e Júnior, Wanessa, Fat Family e Rouge, e outros. Inspirando talentos que desejam viver da música, o artista revelou alguns de seus segredos para alcançar o equilíbrio perfeito entre fidelidade à letra original e autenticidade ao público brasileiro.

Segundo o cantor, o maior desafio na criação de versões brasileiras está em manter o conceito da letra original o mais fiel possível, respeitando a mensagem da música. "O segredo é tentar preservar a fonética e a sonoridade das palavras, algo essencial para que a música funcione no contexto brasileiro", explica Milton. No entanto, ele destaca que esse processo nem sempre é simples. "Na tradução, muitas vezes as frases precisam ser adaptadas ao ritmo da canção, e nem sempre é possível fazer uma tradução literal. Isso exige sensibilidade e um bom conhecimento da música e da língua portuguesa".

Em seu repertório como versionista estão canções como “Jeito sexy”, lançada por Fat Family e que se tornou sucesso nacional da música original “Shy guy”, para Wanessa ele versionou “Não tô pronta pra perdoar”, que é um dos maiores hits da carreira da cantora e a versão internacional se chama “Not Ready to Make Nice”. Para o grupo Rouge, que se tornou uma febre nos anos 2000 e deixa saudades até hoje nos fãs, Milton Guedes versionou, entre tantas músicas, o hit “Não dá pra resistir”, que originalmente se chama “Irresistible”.

Mas não é só se preocupar com a sonoridade e fonética, Milton Guedes ressalta que cada artista tem uma identidade própria e seu estilo único, o que precisa ser considerado na hora de criar a versão. "Além da letra, é muito importante manter a essência do que o artista entrega musicalmente. Cada cantor tem sua própria sonoridade, personalidade musical, e é fundamental respeitar isso para que a música se encaixe no seu universo artístico, sem perder a autenticidade", completa o cantor.

A experiência e o talento de Milton Guedes o tornaram um dos grandes nomes quando o assunto é a tradução e adaptação de sucessos internacionais para o Brasil, sempre respeitando o estilo dos artistas e trazendo um toque único para cada versão. Com isso, ele continua a conquistar os corações dos brasileiros, mostrando que a música tem o poder de atravessar fronteiras e se renovar a cada adaptação.

 

Por: Redação.

Fonte: Lieda Gomes.

 

 

 

 

Márcia Romão é premiada como “Melhor Atriz” no Hollywood Séries Awards e celebra conquista de Mariana Lewis

 

Foto: Quentin Lewis.

Personagem Zenaide, de “Ivanov”, rende à Márcia Romão o título de “Melhor Atriz Coadjuvante” no prestigiado festival de Los Angeles.

 

Mariana Lewis também recebe o prêmio da categoria especial “Michael Ajakwe Jr. Prêmio de Realização”.

 

A atriz Márcia Romão e toda a equipe da série “Ivanov” encerraram 2024 com grandes celebrações, acumulando novos prêmios internacionais. Protagonizada por Bruno Ahmed e produzida pelo Canal Demais, a série tem ganhado destaque no mercado audiovisual global. Márcia brilha ao conquistar o título de “Melhor Atriz Coadjuvante” no prestigiado Hollywood Series Awards, que também reconheceu a produção em outra categoria especial, representada por Mariana Lewis.

A trama fala sobre a vida de Ivanov (Bruno Ahmed), jovem que sofre de depressão clínica antes que essa doença tivesse nome ou reconhecimento. O sofrimento dele e das pessoas com quem ele se relaciona são assuntos absolutamente relevantes no século 21. Mariana Lewis dá vida à personagem Sacha, uma inocente jovem apaixonada por Ivanov, viúvo bem mais velho e que a abandona no altar.

Indicada na categoria de “Melhor Atriz Coadjuvante”, Márcia interpreta a carismática Zenaide, mãe de Sacha. A personagem adiciona leveza e momentos de humor à trama intensa de “Ivanov”. Com uma atuação dedicada repleta de nuances, Márcia conquista os profissionais do audiovisual com a vitória no prestigiado festival, reconhecendo sua entrega e habilidade em trazer profundidade a uma personagem que equilibra emoção e comicidade com maestria.

“Fiquei muito feliz com este prêmio na série ‘Ivanov’ pela personagem Zenaide, mãe da Sacha (Mariana Lewis). Essa personagem traz um pouco de humor para a série. Ela é a sogra de Ivanov e o considera um aproveitador. Ela empresta dinheiro para ele e fica cobrando a dívida de forma divertida. Fiquei muito feliz com o prêmio e agradecida a este festival tão importante”, comenta a atriz.

O Hollywood Series Awards é um festival de Los Angeles e que busca ajudar especificamente cineastas e criadores independentes a aumentarem a visibilidade por meio da web. Trazendo uma pluralidade de categorias, o evento tem como objetivo ser um fornecedor viável de conteúdo de qualidade em escala internacional e se tornar um lugar que alimente e cultive os criadores independentes.

Quem também ganhou destaque na renomada premiação foi a atriz Mariana Lewis, que conquistou o júri e recebeu o prêmio da categoria especial “Michael Ajakwe Jr. Prêmio de Realização”.

Esta não é a primeira vez do Canal Demais no Hollywood Series Awards. Em 2023, eles concorreram ao evento com o projeto de sucesso “Medea”.

Ivanov encerrou 2024 como a melhor série da America do Sul e do Brasil, na Copa do Mundo das Webséries.

A trama ainda não possui data oficial de lançamento, pois está percorrendo os festivais pelo mundo. Até o momento, a equipe e elenco já comemoraram muitos prêmios e indicações da websérie, o que comprova a qualidade do projeto.

 

Redes sociais:

 

Instagram: @canal__demais

YouTube: Canal Demais

 

Por: Redação.

Fonte: Júlia Diniz.

 

 

 

Em “Songs About You”, Alex Pucci usa recursos da metalinguagem ao cantar sobre o fazer músicas para a sua namorada

 

Foto: Anne Hanielly.

Novo single com pegada indie e influência dos Beatles é mais um aperitivo do que o artista prepara para o EP “For You Vol.1” previsto para 2025.

 

"Songs About You" é mais um cativante aperitivo indie que antecede o EP de estreia "For You Vol.1" do baiano Alex Pucci. Este novo single utiliza uma abordagem metalinguística ao explorar o tema de como o artista frequentemente compõe músicas para sua namorada. Toda essa ternura vem embalada em uma sonoridade pop rock com claras influências dos Beatles, e tem a assinatura do produtor musical Luiz Müllem. Alex vem já mostrando sua verve e o que esperar em seu EP, lançou "Don't Look Down", "Perfect Sound" e "OCD". Em janeiro, está previsto mais um single, "Yellow Roses", programado para o dia 17 e já em campanha de presave. Todos os lançamentos são pelo selo Caravela Records.

Alex explica que compôs "Songs About You" ao perceber que já havia criado várias canções para sua namorada. Ele, então, decidiu elaborar uma letra que aborda o hábito de escrever músicas para ela. "Escrevi essa música em um momento em que tudo estava indo muito bem no meu relacionamento com minha namorada Raquel (não que hoje não esteja também). Refleti sobre como já tinha composto muitas outras canções para ela e achei isso muito bonito. Uma das formas de expressar meu amor por ela é justamente criando músicas para ela ou inspiradas por ela. Então, pensei: Seria interessante expressar essa ideia de fazer músicas para alguém que amo tanto, e decidi compor uma música sobre escrever músicas", conta Pucci.

Mas claro, não fiz isso com um intuito de fazer uma canção com muitos termos técnicos musicais e ficasse de certa forma entediante, queria fazer algo mais livre e espontâneo, do coração mesmo, com toda a essência do romance moderno, mas com um toque Beatle.

Sobre a sonoridade de "Songs About You" não há como negar a influência dos Beatles. A gravação teve uma atmosfera super descontraída, contou com o coro das cantoras Luiza Saba e Lara Mascarenhas e com a bateria do produtor musical Luiz Müllem. Pucci gravou a voz principal e tocou guitarras e baixo. “Eu gosto muito do toque que Lara e Luiza deram no coro do refrão, antes achava meio estranho a minha voz sozinha ali, mas elas deram a sugestão de encaixar vozes mais agudas e acabou sendo a alma da música”.

Alex conta que ao ouvir a demo com seus pais, a sua mãe desavisadamente achou se tratar de alguma faixa “escondida” da coletânea Anthology dos Beatles. Pai e filho se entreolharam e começaram a rir. “Fiquei feliz que ela achou que eu era um Beatle”, brinca Alex.

 

Acompanhe Alex Pucci:

 

Instagram: https://www.instagram.com/alexpucci._/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCjdxEHGozZZEEfXXifQ75vg

TikTok: https://www.tiktok.com/@alexjoypucci

 

Por: Redação.

Fonte: Paula Ramagem.

 

 

 

 

 

 

O cinema possível exibe sua potência no CCBB RJ

 

Arte: Divulgação.

21ª Mostra do Filme Livre vai exibir filmes independentes e promover rodadas de negócio no mercado cinematográfico.

 

+170 filmes + homenagem ao cineasta Roberto Moura + curso de cinema independente + Debate + Mercado + Premiação.

 

24 longas serão exibidos na mostra de maior duração do país.

 

Entrada Gratuita.

 

A maior mostra de cinema do Brasil focada na produção independente é cria do Centro Cultural Banco do Brasil. A MFL, Mostra do Filme Livre, nasceu em 2002, no CCBB RJ, e a cada ano fica mais relevante. Nesta 21ª edição no RJ, de 8 a 27 de janeiro de 2025, o evento traz novidades como a realização de um Mercado para seus filmes, visando a difusão deles de forma comercial e cultural (Cineclubes) e o curso “Das garagens para o mundo”, com o crítico e cineasta Marcelo Ikeda.

Todo o evento é gratuito. Depois da temporada carioca, o evento segue para o CCBB SP de 01 a 28/02. Em março, ocorrerão premiações baseadas no voto popular.

A 21ª MFL é dedicada à memória do cineasta mineiro Sylvio Lanna (1944/2024), relevante cineasta livre, ícone do Cinema Marginal, diretor do clássico “A sagrada família”, filme de 1970.

 

Serviço:

 

21ª MOSTRA DO FILME LIVRE.

De 8 a 27 de janeiro de 2025.

Patrocínio: Banco do Brasil.

Apoio: RioFilme.

Curadoria: Guilherme Whitaker, Scheilla Franca e Gabriel Sanna.

Produção: WSET Multimídia - www.wsetfilmes.com

Realização: Centro Cultural Banco do Brasil

www.bb.com.br/cultura

Local: Cinema do CCBB Rio de Janeiro.

Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro.

 

Informações:

Capacidade do cinema 1: 98 lugares.

Capacidade do cinema 2: 50 lugares.

Local: Estação Net Botafogo - Sala 4.

Capacidade: 35 lugares.

Ingressos gratuitos: disponibilizados às 9h, no dia da sessão, na bilheteria física ou em bb.com.br/cultura

Classificação indicativa: conforme a programação.

Os ingressos são válidos somente para as respectivas sessões.

Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ).

Rua Primeiro de Março, 66 – 2º andar.

Centro – Rio de Janeiro / RJ.

Contato: (21) 3808-2020 | ccbbrio@bb.com.br 

Mais informações em bb.com.br/cultura

 

Siga o CCBB RJ nas redes sociais:

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Por: Redação.

Fonte: Alexandre Aquino.

 

 

 

 

 

Wagner do Pagode faz sua estreia no digital com o partido alto ‘Arerê’ pelo selo Caravela Records

 

Capa.

Músico multi-instrumentista anuncia uma sequência de singles que resultará no seu primeiro álbum intitulado 'Samba de Raiz’.

 

"Arerê" pode ser considerado o start na carreira solo de Wagner do Pagode dentro do universo digital, pois é o primeiro de uma leva de singles que o artista lançou no final de 2024, até meados de 2025, desembocando no seu primeiro álbum autoral ‘Samba de Raiz’. Multi-instrumentista, compositor bom de verso e com trajetória em diversos grupos de samba e pagode, Wagner também intensifica a parceria de longa data com o colega e sambista Beto Machado. O lançamento é pelo selo Caravela Records.

A parceria entre Wagner e Beto se deu ainda na década de 80, quando nasceu a primeira composição, ‘Linda Rosa’ que demorou quase 10 anos para ser concluída, posteriormente não pararam mais de compor tendo quase aproximadamente 60, 70 músicas. Uma delas é ‘Arerê’. A canção é inspirada na observação que a dupla fez a respeito do comportamento de um vizinho e amigo, logo saíram os versos. “‘Arerê’ conta a história de um amigo que por vezes, quando toma umas e outras, solta pérolas para as meninas do bairro, coisas que já lhe causaram algumas confusões. Assistindo esses ocorridos que em momentos o deixou em maus lençóis, nós, além de orientarmos ele sobre os perigos que ocorrem com tal atitude, compomos esse partido alto”. Revela Wagner.

O processo de gravação da faixa se deu entre os meses de abril e setembro de 2022, no momento do declínio da pandemia da covid-19, com poucos recursos. Importante ressaltar a colaboração de alguns amigos de Wagner que abraçaram a ideia e têm sido fundamentais para o autor. Eles, aos poucos, fazem as músicas girarem em gravações ou quando tocadas em suas próprias casas, em seus entretenimentos familiares. Com isso, a aceitação pelo público foi aumentando o que fez as expectativas mudarem de rumo, tomando um vulto que ninguém esperava com sambas, como ‘Arerê’, tocando em rodas da área e sendo cantarolada em festinhas até chegar nas mãos de produtores e editores.

Wagner tem uma trajetória longa e de sucesso. Integrou os grupos Kissamba, Apolo, Paquera Samba, Grupo Sem Querer. Participou também de alguns festivais com suas composições conquistando, assim, milhares de fãs por todo o Brasil, em especial no Rio de Janeiro, nos bairros das Zonas Norte e Oeste, onde nasceu e se criou.

Ouça "Arerê": https://bfan.link/arere

 

Acompanhe Wagner do Pagode:

 

Instagram: https://www.instagram.com/wagnerdopagodi/

YouTube: https://www.youtube.com/@WAGNERDOPAGODE

 

Por: Redação.

Fonte: Paula Ramagem.

 

 

 

Unidos da Tijuca renova com carnavalesco Edson Pereira para o Carnaval 2026

 

Foto: Geissa Evaristo.

Profissional desenvolverá mais um Carnaval da escola do Borel.

 

Contratado após o Carnaval 2024, a Unidos da Tijuca saiu na frente e renovou o contrato do carnavalesco Edson Pereira, faltando 60 dias para o desfile da escola. O fato inédito na agremiação foi anunciado pelo presidente Fernando Horta durante almoço de comemoração aos 93 anos de fundação da amarelo-ouro e azul-pavão do Morro do Borel no último dia de 2024.

A Unidos da Tijuca ainda não pisou na Passarela do Samba, mas a gestão da Unidos da Tijuca já pensa no Carnaval 2026. Feliz e satisfeito com o trabalho apresentado até aqui, o presidente da Unidos da Tijuca anunciou a renovação do contrato do carnavalesco Edson Pereira por mais um ano, após o Carnaval 2025. A escola já iniciou, inclusive, os trabalhos de pesquisa do enredo do Carnaval que se sucederá, em 2026.

- Só quero agradecer a confiança e dizer que estou muito feliz em fazer parte dessa família que é a Unidos da Tijuca. Me sinto realmente à vontade e disposto em lutar e brigar ainda mais para fazer a escola sempre ter uma ordem crescente - avisa o artista.

Em fevereiro, após o 11º lugar do Carnaval 2024, a Unidos da Tijuca contratou novo carnavalesco para iniciar os trabalhos em busca do recomeço, objetivando a quinta estrela no carnaval carioca. Para executar a missão, o presidente Fernando Horta trouxe Edson Pereira, que nos últimos dois carnavais foi o responsável pelo projeto artístico do Acadêmicos do Salgueiro e famoso por apresentar trabalhos grandiosos na Unidos de Padre Miguel culminando no campeonato da escola, em 2024.

Edson Pereira formou-se em Belas Artes e em pouco tempo começou a trabalhar como desenhista e pintor de arte nas escolas de samba. Em 2005, surgiu a primeira oportunidade como carnavalesco na Unidos de Padre Miguel, realizando trabalhos de ponta. No Grupo Especial, estreou em 2010 pela Unidos do Viradouro. Edson também teve passagens pela Mocidade Independente de Padre Miguel e Unidos de Vila Isabel. No carnaval paulistano foi vice-campeão com a Mocidade Alegre, em 2022. Cercado de expectativas, Edson é pura motivação nesse próximo desafio.

- Cheguei com muita honra e alegria nesta agremiação quase centenária. Quero poder somar e realizar um Carnaval dos sonhos. Sou mais um membro da família tijucana e estou aqui para construir uma nova e linda história junto com a Unidos da Tijuca – informa.

Em 2025, a Unidos da Tijuca desfilará com o enredo "Logun-Edé - Santo Menino que Velho Respeita" de autoria e desenvolvimento de Edson Pereira. Um tema solicitado pela comunidade e atendido pela agremiação. O desfile acontece dia 03 de março, segunda-feira de carnaval, na Marquês de Sapucaí.

 

Foto: Rafael Arantes.

Por: Redação.

Fonte: Geissa Evaristo.