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Dia 27, véspera do Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, a cantora Laura Finocchiaro relança “Hino à diversidade”. E no dia 28, recebe o eterno Dzi Croquette Ciro Barcelos, ator, dançarino, coreógrafo e diretor, para um bate-papo especial

 

Laura Finocchiaro relança “Hino à diversidade” em sua militância por respeito à toda forma de amar.

 

Vinte anos depois da cantora e compositora Laura Finocchiaro lançar o “Hino à diversidade” na Parada Gay de SP, ao lado de Elza Soares e Edson Cordeiro, ela relança o single no próximo domingo, dia 27, véspera do Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+. A faixa faz parte do álbum “Oxigênio”, a ser lançado no segundo semestre, e é a única que não foi composta durante a pandemia. É uma parceria de Laura com Roberto Firmino e Glauco Mattoso, poeta do underground paulistano.



“Sou uma militante do amor. Somos todos um só. Minha militância é pelo amor, pela justiça social”, explica a parceira de Cazuza em “Tudo é amor”, que, aliás, dá nome ao novo álbum do cantor pernambucano Almério.

E, como parte dessa militância, Laura Finocchiaro faz uma live no dia 28, segunda-feira, às 21h, pelo Instagram, batendo papo com o eterno Dzi Croquette Ciro Barcelos, ator, dançarino, coreógrafo e diretor.



 

Por: Clilton Paz.

Fonte: Sheila Gomes.

Fotos: Roberta Guimarães\ Divulgação.

Associação TRANquilaMENTE para transgêneros abre no mês do orgulho LGBTQIA+

 


Em junho é comemorado mundialmente, o Mês do Orgulho LGBTQIA+, quando a comunidade celebra o #Orgulho de várias maneiras diferentes. E em junho, a psicóloga Vanessa Jaccoud abre as portas da Associação TRANquilaMENTE, voltada para o atendimento de TRANGÊNEROS, com atendimento para saúde mental, saúde física, capacitação, apoio psicossocial, com valor social.

De acordo com a Dra. Vanessa Jaccoud, a condição de ser "trans" é muito mais complexa, tanto na teoria quanto na prática. Além de outros impactos ligados à questão da transgeneridade, existem problemas e estigmas mais evidentes como a não aceitação na sociedade, dificuldades na hora de conseguir um emprego, conquistar a redesignação sexual, mudança para o nome social, além de tanta discriminação e preconceitos, os quais não faltam, desde o início do percurso de transição, até a fase de maturação da transição em si.

Existem ainda outros obstáculos mais graves, que influenciam o fator psicológico. Tudo é delicado e complexo nesta área do humano.

 

Instagram: @dravanessajaccoud

 

Por: Clilton Paz.

Fonte: Paula Ramagem.

Foto: Divulgação.