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Depois da primeira apresentação no IMPERATOR os THE FEVERS com o vocalista AUGUSTO continuam na estrada apresentando seus grandes sucessos

 

Os THE FEVERS têm em sua formação atual, além do vocalista Augusto, os músicos Jonser Oliveira (bateria e vocais), Paulinho Meira (contrabaixo e vocais) e PJ (teclados).


 

A voz que marcou os grandes sucessos do grupo e trouxe muitas canções para as paradas de sucesso como ‘Elas por Elas’, ‘Guerra dos Sexos’, ‘Por Causa de Você’, ‘O Pensamento Vai Mais Longe’, ‘Lago Azul’ e tantos outros que atravessaram gerações, vem emocionando e levando a banda dos FEVERS por todo o Brasil e levando um grande público para ver seus shows, mantendo o mesmo repertório que acompanhou a carreira do grupo, desde os anos 70.

Augusto foi também o compositor de grande parte das canções que marcaram o nome FEVERS no cenário musical e é considerado um dos grandes compositores e produtores brasileiro.

Na sua trajetória, também produziu e compôs para outros artistas como: Tim Maia, Roupa Nova, Sandra de Sá, Dionne Warwick, Rosana, José Augusto, Fábio Júnior, Maurício Mattar, Angélica e Luiz Ayrão, entre outros e recebeu o maior prêmio da música mundial, o GRAMMY Latino, pela produção do disco CONVIDADOS, onde reuniu grandes nomes da música brasileira como: Sérgio Reis, Zezé DI Camargo e Luciano, Chitãozinho e Xororó e Djavan.

Estes discos foram produzidos pelo Augusto Cesar, paralelo à carreira dos FEVERS e na sua bagagem como compositor já soma mais de 500 músicas.



Como compositor, sucessos como: "Os Amantes" (Luiz Ayrão), "Velho Camarada" e "Até Parece Que Foi Sonho (Fabio e Tim Maia), "Não Tem Saída", "Os Corações Não São Iguais" (gravadas pela banda Roupa Nova) e muitos outros sucessos que fazem parte do cenário musical brasileiro e internacional, como "Talvez És Amor" que foi premiada como a música mais executada nos EUA, que lhe valeu o troféu ASCAP.

Canções como: 'Mar de Rosas', 'Agora eu Sei', 'Alguém em Meu Caminho', 'Cândida', 'Vem me Ajudar', 'Guerra dos Sexos', 'Por Causa de Você', 'Se você me Quiser', 'Olhos Negros', 'Hey Girl', 'Hey Jude', 'Um Louco', 'Meu Grande Amor', 'Só eu e Você', 'Deus', 'Vai e Vem', 'Desde que Você se Foi', 'Elas Por Elas', 'Uni Dune Tê' e sucessos da Jovem Guarda como: 'Esqueça', 'A Volta', 'Garoto que Amava Beatles e Rolling Stones', 'Festa de Arromba', 'Marcas do Que se Foi', 'É Preciso Saber Viver', além de tantos outros grandes sucessos gravados pelos Fevers, não podem faltar em suas apresentações ao vivo.

Desde os anos 70, o show dos FEVERS traz a mesma fórmula de sucesso que contagiou milhares de fãs, pelo Brasil afora.

Um excelente nível musical, carinho com o público e a alegria de cantar, tocar e emocionar.

 


Show do cantor AUGUSTO dos FEVERS (vocalista), com os músicos Jonser Oliveira (bateria e vocais), Paulinho Meira (contrabaixo e vocais) e PJ (teclados).

Duração: 120 min.

Classificação: 14 anos.

Salão Nobre do Clube CASA DAS BEIRAS.

Rua Barão de Ubá 341 – Tijuca.

Dia 18 de setembro 2021 - Sábado 20h.

Informações e ingressos: 21 99731-0933.

 

Por: Clilton Paz.

Fonte: João Luiz Azevedo.

Fotos: Marcelo Castello Branco.

 

A banda MAIS DO MESMO apresenta o show "1 MINUTO DE SILÊNCIO. 2 HORAS DE SHOW! - 25 ANOS SEM RENATO RUSSO" no Imperator

 

Com 23 anos de estrada, a MAIS DO MESMO, considerada a maior banda cover da LEGIÃO URBANA em todo o Brasil, fará única apresentação do show "1 MINUTO DE SILÊNCIO. 2 HORAS DE SHOW! - 25 ANOS SEM RENATO RUSSO" no IMPERATOR – Centro Cultural João Nogueira.

 

"De tanto brincar com fogo, que venha o fogo então!"

 

É nesse clima da letra de "Fábrica" de Renato Russo que a banda MAIS DO MESMO fará sua estreia no Imperator, uma das mais importantes casas de shows do Rio de Janeiro.



Para esse show em celebração ao Dia Mundial do Rock, no dia 10 de julho/2021, a banda MAIS DO MESMO, formada pelos músicos Pedro Erthal (vocal), Márcio Newton (guitarra e voz), Edu Fiorito (baixo), Marcelo Paz (bateria), Pedro Mussi (violão e guitarra), Claudio Fonseca (teclados) e Bruno Nunes (sax e gaita), apresentará o espetáculo: "1 Minuto de Silêncio. 2 Horas de Show! - 25 Anos sem Renato Russo" em que desfilará pelos maiores sucessos da Legião Urbana, passando pelos tempos em que Renato Russo esteve no "Aborto Elétrico" e, depois, quando se apresentou como "Trovador Solitário." Além disso, apresentarão versões exclusivas e algumas surpresas.

Sucessos como “Há Tempos”, “Pais e Filhos”, “Quase sem Querer”, “Eduardo e Mônica”, “Perfeição”, “Hoje a Noite não Tem Luar”, “Meninos e Meninas”, “Índios”, “Que País é Esse”, “Faroeste Caboclo” e muitos outros estarão no show.

Com 23 anos de estrada, a MAIS DO MESMO é considerada a maior banda cover da Legião em todo o Brasil, sendo recorde de público e sucesso por todos os lugares em que toca.



 

Show "1 Minuto de Silêncio. 2 Horas de Show! - 25 Anos sem Renato Russo" com a Banda MAIS DO MESMO – LEGIÃO URBANA COVER.

Duração: 120 min.

Livre para todas as idades.

IMPERATOR - Centro Cultural João Nogueira.

Rua Dias da Cruz 170 – Meier.

Dia 10 de julho/2021 – Sábado 20h.

Preço dos Ingressos: R$60,00 / R$ 30,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos).

 

Todas as regras de ouro para combate e prevenção ao covid-19 são respeitadas e exigidas pela casa!

 

Por: Clilton Paz.

Fonte: João Luiz Azevedo.

Fotos: Divulgação.

Rogerio Silvestre apresenta o musical GONZAGUINHA: 30 ANOS DE SAUDADES no Imperator

 

O ator cantor Rogério Silvestre fará uma única apresentação do show GONZAGUINHA: 30 ANOS DE SAUDADES no IMPERATOR – Centro Cultural João Nogueira, no dia 02 de julho/2021 (sexta feira) 20h, com ingressos ao preço de R$ 60,00 e R$ 30,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos).

 

Nesse show, criado especialmente para celebrar os 30 anos da morte do cantor compositor Gonzaguinha em uma LiveShow transmitida ao vivo pela página do Teatro Rival Refit, justamente na data que completou 30 anos do acidente automobilístico que vitimou o nosso homenageado.



Os versos de Gonzaguinha nunca foram tão atuais como nos dias de hoje.

Em tempos bicudos como esse que estamos vivendo, quem nunca pensou em gritar os versos da canção “É”?

 

“A gente não tem cara de panaca,

a gente não tem jeito de babaca,

a gente não está, com a bunda exposta na janela,

pra passar a mão nela”.

 

Rogério Silvestre apresenta no show GONZAGUINHA: 30 ANOS DE SAUDADES, ao lado de integrantes da banda do musical “Gonzaguinha: O Eterno Aprendiz” trazendo novas histórias e algumas canções que não estão no roteiro original do musical.

Estarão com Rogerio Silvestre nesse show, os músicos Rafael Oliveira (violão, guitarra e voz), Cacá Franklin (percussão), Dudu Dias (baixo) e Paulo Bonfim (bateria) e a cantora Roberta Ribeiro.



 

IMPERATOR - Centro Cultural João Nogueira.

Rua Dias da Cruz 170 – Meier.

Dia 02 de julho/2021 - Sexta-feira, às 20h.

Preço dos Ingressos: R$60,00 / R$ 30,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos).

Ingressos Disponíveis aqui: https://www.eventim.com.br/artist/gonzaguinha-30-anos

 

Por: Clilton Paz.

Fonte: João Luiz Azevedo.

Fotos: Divulgação\ Marcelo Castello.

A Banda CAPITAL ELÉTRICO abre Temporada de Shows no IMPERATOR com a FESTA POP BRASIL

 

Os produtores João Luiz Azevedo e Rodrigo Mosquito orgulhosamente apresentam A FESTA POP BRASIL com a banda CAPITAL ELÉTRICO.

 

A FESTA POP BRASIL com a banda CAPITAL ELÉTRICO será apresentado no IMPERATOR – Centro Cultural João Nogueira, no dia 30 de junho/2021 (quarta-feira) 20h, com ingressos ao preço de R$ 60,00 e R$ 30,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos).



A banda CAPITAL ELÉTRICO faz um apanhado do que tem de melhor no pop rock Brasil.

Clássicos do Pop Rock como “Geração Coca Cola”; “Amor pra Recomeçar”; “Quase Sem Querer”; “Música Urbana”; “Rádio Bla”; “Exagerado”; “Na Rua, na Chuva, na Fazenda”; “Toda Forma de Amor”; “Vou Deixar”; “Ana Júlia”; “Até Quando Esperar” e “Tempo Perdido”, estão no set-list desse super show.

A meta da banda é fazer todo mundo cantar e dançar com os maiores sucessos da música brasileira com o show FESTA POP BRASIL!

A banda CAPITAL ELÉTRICO é formada por músicos que fizeram e fazem a história do rock no país!



 

São eles:

 

Kadu Menezes “O Lenhador” - baterista e famoso produtor musical de nomes de peso como Kid Abelha, Lobão e Leo Jaime, entre outros.

Léo Leal - (voz e violão), atuou como baixista da banda “Vertigo” de Dinho Ouro Preto no hiato da banda Capital Inicial e participou da turnê acústico MTV Capital Inicial como violonista e backing vocal.

Paulinho Cabral - (guitarra e vocais) tocou com Dinho Ouro Preto, na fase que deu origem ao “Acústico MTV”, do Capital Inicial.

Jorge Valladão - (baixista e produtor musical), já dividiu o palco com grandes nomes do cenário musical brasileiro, como: Kid Abelha, Toni Garrido, Paulo Ricardo e Falcão do Rappa.



 

Por: Clilton Paz.

Fonte: João Luiz Azevedo.

Fotos: Divulgação.

 

 

 

 

Lugar quente é na cama, no Bola Preta e no Imperator

O projeto Quartas Brasileiras entra em clima de Carnaval com o bloco Cordão da Bola Preta.


O Carnaval chega mais cedo ao Méier. Bloco mais tradicional e querido do Brasil, o Cordão da Bola Preta promove um baile animado no Centro Cultural João Nogueira – Imperator, dentro do projeto Quartas Brasileiras, no dia 19 de fevereiro, às 16h. Este será o quarto baile pré-carnaval com o bloco, que lotou a casa nas edições anteriores.

Comemorando seus 102 anos agora em 2020, sempre na defesa do tradicional Carnaval carioca, o Bola Preta leva o público para cair na folia ao som de marchinhas consagradas como “Mamãe, eu quero”, “A jardineira”, “Me dá um dinheiro aí”, “Alá-lá-ô” e, claro, "A marcha do Cordão da Bola Preta", considerada o hino da agremiação, composta por Nelson Barbosa e Vicente Paiva.

E, para animar ainda mais, vai ter concurso de fantasias! Vale caprichar no look porque haverá premiação para três categorias: a fantasia mais bonita, a mais original e a mais engraçada.

Uma ótima oportunidade para reviver a tradição dos antigos bailes de Carnaval!

“Vem pro Bola, meu bem”! Vem para o Quartas Brasileiras no Imperator!

Serviço:
Cordão da Bola Preta no Quartas Brasileiras;
Data: 19 de fevereiro (quarta-feira);
Horário: 16h - COM SESSÃO EXTRA ÀS 19H30;
Endereço: Rua Dias da Cruz 170, Méier;
Contato: (21) 2597-3897;
Classificação etária: Livre;
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada);
Lotação da casa: 724 lugares.


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Lugar quente é na cama, no Bola Preta e no Imperator
Rio de Janeiro | RJ | Brasil

Fotos: Divulgação
Texto de: Sheila Gomes
Enviado por: Clilton Paz

Atualização: 18/02/2020

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Projeto quartas brasileiras abre temporada

Projeto quartas brasileiras abre temporada 2020 com “um tributo a Jamelão”


Ana Costa e Áurea Martins apresentam-se no dia 29 de janeiro, no Imperator, cantando sucessos do baluarte mangueirense

Desde 2015, ocupando uma quarta-feira por mês o Centro Cultural João Nogueira – Imperator, o projeto Quartas Brasileiras abre a temporada 2020, com as cantoras Ana Costa e Áurea Martins no espetáculo “Um tributo a Jamelão”. Com o repertório recheado de sucessos do inesquecível intérprete, o show é no dia 29 de janeiro, às 16h.

A ideia do espetáculo foi de Áurea Martins, que, recentemente, sonhou com Jamelão e resolveu fazer um show em homenagem ao rei do samba-canção. Convidou, então, Ana Costa, com quem, havia muito tempo, tinha vontade de dividir o palco. Ana, que também já cantou em orquestras, aceitou de imediato o convite. Juntas prepararam um show com repertório baseado nas canções imortalizadas por Jamelão. Combinando a vivência de cada uma, Áurea vai cantar a canção, e Ana, o samba.

No repertório, estão belos clássicos do cancioneiro de Jamelão, que nasceu José Bispo Clementino de Jesus e morreu em 2008. No repertório, sucessos como “Folha morta”, “Matriz ou filial”, “Ela disse-me assim”, “Cadeira vazia”, “Maria Rosa”, “Loucura” e “Esses moços”. Além de dois sambas eternizados na voz do Jamelão que homenageiam sua escola de coração: “Hino de exaltação à Mangueira” e “Piano na Mangueira”.

Áurea Martins e Ana Costa apresentam-se acompanhadas de um trio formado pelo pianista Itamar Assiere, pelo baixista Ivan Machado e pelo baterista Diego Zangado. Assiere assina também a direção musical e os arranjos que dão ao show um nobre e moderno resultado para canções tão clássicas. E assim as cantoras transportam a plateia para o clima das casas noturnas de música e jazz e para as grandes gafieiras – templos da música dançante das noites boêmias cariocas.

“Em linhas gerais, o samba-canção faz uma releitura mais elaborada na melodia – enfatizando-a – e possui um andamento moderado, o mais lento dentro das vertentes do moderno samba urbano, centrado em temáticas de amor, solidão e na chamada dor de cotovelo”, explica Áurea.

O público do Quartas Brasileiras é fiel e costuma lotar o emblemático Imperator, hoje Centro Cultural João Nogueira. Isso porque a região do Méier tem poucas opções de lazer, especialmente espetáculos musicais. Mas, moradores e frequentadores do bairro são muito ligados à cultura e à arte. Ana Costa se identifica com o Méier: “vivi num internato de freiras ali mesmo chamado São Pedro de Alcântara, que não sei se ainda existe. Passei dois anos da minha infância ali porque minha mãe não podia ficar comigo o tempo inteiro”.

Clássicos brasileiros cantados por duas das grandes intérpretes brasileiras, uma com mais de 40 anos cantando na noite carioca e outra com anos cantando o samba nas novas noites de samba carioca acompanhadas de um trio de excelência musical, só poderá dar como resultado um show encantador.

Serviço:
Projeto Quartas Brasileiras - “Um tributo a Jamelão” com Ana Costa e Áurea Martins;
Dia: 29 de janeiro (quarta-feira);
Horário: 16 horas;
Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira;
Endereço: Rua Dias da Cruz 170, Méier. Tel: 2597-3897;
Classificação etária: Livre;
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia);
Lotação da casa: 724.

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Projeto quartas brasileiras abre temporada
Rio de Janeiro | RJ | Brasil

Fotos: Guile
Texto de: Sheila Gomes
Enviado por: Clilton Paz
Atualização: 23/01/2020

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Maitê Proença em A MULHER DE BATH

A MULHER DE BATH


De Geoffrey Chaucer / Tradução de José Francisco Botelho
Direção de Amir Haddad
Participação do ator e músico Alessandro Persan

À beira de uma estrada, em plena Inglaterra medieval, uma mulher experiente, bem humorada e de franqueza desconcertante conta a história de sua vida: seus cinco maridos e a vida sexual, suas paixões, seus rancores e vinganças, seu profundo conhecimento dos homens e da alma humana. 

“Se não houvesse em toda a Terra imensa, autoridade além da experiência, a mim isso seria suficiente, pra fazer um relato contundente, das mazelas da vida de casado.” Assim se apresenta ao público A Mulher de Bath, mulher dos ainda medievais anos 1380, que já enterrou cinco maridos e, fogosa e cheia de vida, está em busca do sexto. 

Depois de duas temporadas seguidas em São Paulo, no Sesc Bom Retiro e no Teatro FAAP, Maitê Proença traz ao Rio a peça escolhida para comemorar seus 40 anos de carreira e 60 anos de vida, e também os 80 anos do diretor Amir Haddad. 

A MULHER DE BATH é uma mulher libertária, à frente de seu tempo, e não teme dizer o que pensa. Ela é uma das figuras basilares da literatura ocidental, precursora de Shakespeare e do indivíduo moderno. 

O texto é do escritor e filósofo inglês Geoffrey Chaucer (1343-1400), reconhecido como o pai da literatura inglesa, e faz parte de sua obra inacabada “Os Contos da Cantuária”, publicada pela primeira vez em 1475 e tida como uma das mais importantes da literatura inglesa e um clássico da literatura mundial. A tradução, de José Francisco Botelho, foi indicada ao Prêmio Jabuti e já é considerada uma referência contemporânea na tradução de Chaucer.

A ATUALIDADE DO TEXTO

"É um texto de interesse universal. Uma mulher falando dos jogos e artimanhas do amor, das guerras infernais no casamento, do sexo e suas armadilhas, das diferenças entre homens e mulheres, da necessidade da soberania feminina, de seu pleito por liberdade. São as mesmas questões de hoje. Ele foi surpreendente em sua época, e continua a surpreender agora”, conta Maitê Proença, atriz e idealizadora do projeto. 

“Chaucer teve a audácia e a graça de colocar essa história, que nós transformamos em teatro, na boca de uma mulher, uma viúva libertária. Uma mulher que ama a vida, a alegria, o riso, o sexo, os homens, a diversão. A mulher de Bath é profundamente religiosa e tudo o que faz justifica pela Bíblia. Nela, o sagrado e o profano convivem perfeitamente. Isso resulta divertido e cômico.”, continua Maitê. 

SINOPSE

Numa taberna qualquer, à beira de uma estrada, em plena Inglaterra medieval, uma mulher experiente, bem humorada e de franqueza desconcertante conta a história de sua vida: seus cinco maridos e a vida sexual, suas paixões, seus rancores e vinganças, seu profundo conhecimento dos homens e da alma humana. Sem poupar a ninguém, nem a si própria, fala das coisas como são, de forma irreverente e direta.

A MONTAGEM – O TEXTO EM VERSOS

Inédito nos palcos brasileiros, o texto conta com tradução de José Francisco Botelho, que buscou inspiração na poesia popular brasileira - do repente nordestino à trova gaúcha - para reviver a exaltação e a grandeza da Idade Média, em versos inspirados no cancioneiro popular e na poesia oral do interior do Brasil. 

A montagem tem como marca a contemporaneidade do pensamento teatral de Amir Haddad, aproximando o público dos atores de forma direta e sem mistérios. Tudo está à mostra: a preparação da cena, o jogo de luz, a operação do som. A proposta é perseguir a simplicidade e dialogar com todo tipo de público. 

A trilha da peça é operada em cena pelo ator e músico Alessandro Persan, que interage com a atriz e também participa, junto com ela, da movimentação dos objetos e das mudanças de ambientação. Os elementos da cena são rearrumados pelos atores para criar ambientes típicos da época: tabernas, alcovas, igrejas.

A PARCERIA DE MAITÊ PROENCA E AMIR HADDAD

Maitê Proença e o diretor Amir Haddad tiveram seu primeiro encontro profissional em 2012, na peça As Meninas - Prêmios APTR Melhor Autor (Maitê e Luiz Carlos Góes), Melhor Atriz (Patrícia Pinho) e Melhor Figurino (Beth Filipecki) - seguido de À Beira Do Abismo Me Cresceram Asas, em 2014 - Prêmio APTR Melhor Atriz para Clarisse Derziê.

FICHA TÉCNICA
Texto: Geoffrey Chaucer
Tradução: José Francisco Botelho
Adaptação: Maitê Proença
Direção: Amir Haddad
Com: Maitê Proença
Participação do ator e músico: Alessandro Persan
Cenário: Luiz Henrique Sá
Figurino: Angèle Froes
Adereços: Marcilio Barroco
Iluminação: Vilmar Olos
Preparadora Corporal: Marina Salomon
Assistente de direção: Alessandro Persan
Trilha Sonora: Alessandro Persan
Camareira: Naná Nascimento
Fotos divulgação: Daniel Chiacos e Matheus José Maria
Fotos de cena: Sabrina Moura e Matheus José Maria
Mídias Sociais: Rafael Teixeira
Projeto Gráfico: Fabio Arruda e Rodrigo Bleque (Cubículo)
Idealização: Maitê Proença
Produção : Jaqueline Roversi (Amor&Arte Produções)
Direção de Produção: Maitê Proença
Realização: M. Proença Produções Artísticas Ltda.

JOSÉ FRANCISCO BOTELHO – tradutor - nasceu em Bagé (RS), em 1980. É jornalista, escritor e colabora em publicações como Superinteressante, Aventuras na História e Bravo! É Mestre em Letras pela UFRGS e autor do livro “A árvore que falava aramaico”, obra finalista do Prêmio Açorianos de Literatura/Conto de 2012. Ocupou-se da magistral tradução de Os contos da Cantuária, de Geoffrey Chaucer, para a coleção Penguin/Companhia das Letras, indicada ao prêmio Jabuti e já considerada uma referência contemporânea na tradução de Chaucer.

AMIR HADDAD – diretor - mineiro de Guaxupé, Amir Haddad é diretor e professor de teatro, premiado diversas vezes. Dirigiu grupos alternativos na década de 1970 pesquisando e buscando a disposição não convencional da cena, desconstrução da dramaturgia, utilização aberta dos espaços cênicos e interação entre atores e espectadores. Essa linha de trabalho teatral é a base de sua ação como diretor e fundador do grupo Tá na Rua, criado em 1980, que coordena até hoje.

Participou da criação do Teatro Oficina nos anos 1950, em São Paulo, ao lado de José Celso Martinez Correa e Renato Borghi. Deu aulas na Escola de Teatro de Belém e se transferiu para o Rio de Janeiro em 1965. Na cidade do Rio, continuou a lecionar e a encenar. Com seu trabalho, vem recuperando o sentido de festa do Teatro e a dramaticidade das festas populares, ressaltando os aspectos de pesquisa e de educação com que busca transformar o teatro num espaço para questionamento do ator como indivíduo, do seu lugar no mundo e da dramaturgia.

Considerado um dos maiores encenadores do Brasil e reconhecido internacionalmente, ao criar o Grupo Tá na Rua, busca se comunicar mais com sua plateia. Dos palcos às salas abertas, das quadras às ruas e às praças, rompeu a “quarta parede” para abrir um caminho em direção a um teatro vivo e transformador para quem o vive e o faz. Torna-se um diretor único por sua capacidade de transitar entre o teatro tradicional e as produções populares.

Só no ano de 2017, Amir Haddad foi premiado com a Medalha Tiradentes, a Medalha de Comenda da Resistência Cidadã, título honorífico de Cidadania Iguaçuana. Em 2018, com o Prêmio Botequim Cultural, categoria especial pela importância do trabalho do Grupo Tá Na Rua.

MAITÊ PROENÇA – atriz, idealizadora e produtora - a atriz, escritora e dramaturga paulistana Maitê Proença começou a estudar teatro no final dos anos 1970 com o diretor Antunes Filho. Desde então, trilhou sua carreira nos palcos, nas TV e no cinema. 

No teatro, protagonizou montagens de Augusto Boal, Domingos Oliveira, Eduardo Tolentino, entre outros, e escreveu as premiadas peças “À Beira do Abismo me Cresceram Asas” (2013) e “As Meninas” (2009), esta última em parceria com Luiz Carlos Góes, ambas com direção de Amir Haddad; e “Achadas e Perdidas”, dirigida por Roberto Talma.

Na televisão, atuou em mais de 20 novelas, como “Liberdade, Liberdade” (2016), “Gabriela” (2012), “Passione” (2010) e “Caminho das Índias” (2009), e em séries como “A Vida Como Ela É” (1996) e “Confissões de Adolescente” (1994). Foi comentarista de futebol no programa esportivo ExtraOrdinários, do Sport TV, e apresentadora do Saia Justa, do canal GNT. 

No cinema, participou de 18 filmes, entre eles “Meu Amigo Hindu” (2016), de Hector Babenco; “Primeiro Dia de um Ano Qualquer” (2012), de Domingos Oliveira; “A Dama do Cine Shangai” (1987) e “Onde andará Dulce Veiga” (2008), de Guilherme de Almeida Prado; “Kuarup” (1989), de Rui Guerra.

SERVIÇO:
Temporada: de 20 a 29 de julho de 2018
Horários: sexta e sábado às 20 horas; domingo, às 19h
Ingresso: Plateia inferior e balcão: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)
Valor promocional para a sessão de estreia (20 de julho): R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Duração: 70min
Capacidade: 642 lugares
Classificação indicativa: 16 anos
Local: Imperator
Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 - Méier
Tel: (21) 2597-3897
http://www.imperator.art.br/
Acesso para portadores de necessidades especiais




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Maitê Proença em A MULHER DE BATH
Rio de Janeiro - RJ - Brasil

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Fotos divulgação: Daniel Chiacos e Matheus José Maria
Fotos de cena: Sabrina Moura e Matheus José Maria
Postagem: Clinton Paz
Revisão: Clinton Paz
Atualização: Equipe DZT News 19/07/2018